

Álbum de Indie Rock/MPB lançado em 2023. Com 13 faixas.
Música, poesia, arte, cinema… Uma viagem mais além.
Disponível em todos streamings e mídia física.
História
Leandro Zen é compositor de Carlos Barbosa, serra gaúcha. O disco “Dunas de Algodão” é “MzenPB” como gosta de brincar: contribuindo com seu próprio estilo na cena cultural. “Eu mesmo nunca me achei no rock desde os tempos de banda de garagem, mas também, nunca ouvi ou fui fã de MPB. Acho que o silêncio é o que me inspira mais para compor, na verdade. A gente só precisava de um estilo para colocar o álbum nas prateleiras do mercado. Mas isso mudou muito hoje em dia”.
Sempre cantando suas próprias músicas em bandas de rock regionais desde 2001, Leandro Zen amadureceu seu estilo e suas particularidades. Uma poesia viva que fala ao coração. “- Raul Seixas foi meu primeiro guia no mundo da criação. A música entrou na minha vida ao mesmo tempo que a luz das estrelas e a cor do luar. Quando ouvi Gita com 4 anos de idade”. Hoje com estilo amadurecido, voz com falsete peculiar e sonoridade relaxante, mas com energia, a música de Leandro traz ao público uma experiência realmente bastante Zen. Ao vivo, há uma certa presença de palco instigante.
Nenê também sobe nos palcos na banda de apoio após trazer ao “Dunas de Algodão” um clima bem ousado que vai além da bateria, baixo, piano e guitarra com ricos arranjos de grooves eletrônicos aliados com instrumentos raíz. Naipes, violino e cello. Até mesmo acordeon nas faixas “Sol se pôr” e “Trem fumaça” que tem um clima sulista que mistura Kleiton e Kledir com Vitor Ramil.
O disco abre com “Papos Além” que traz essa sonoridade moderna da música latina tendo um dos principais nomes Jorge Drexler, assim como nas faixas “Menina dos Florais” e ” Cidadezinha do Interior” que também tem pitadas Pinkfloydianas de ambiência. Há uma pegada um pouco mais forte em canções como “Varal de Arco-Íris” e “Rua dos Bobos” cuja letra cai como uma luva em certos discursos atuais.
Belas poesias como “Chuva em pó” e “Jardim de Camomila” já inspiram os fãs locais dos primeiros anos de apresentações. Também tem humor na medida e com crítica social, que não é social e nem crítica, na faixa “Mistérios” e um romantismo filosófico com nome de “Amarelinha“.
“Amável Mestre” também é humorada e conta com a participação especial do amigo Adriano Trindade (Jazz Brasil).
A faixa título “Dunas de Algodão” tem um arranjo todo especial nas vocalizações trazendo todo o sentido artístico do trabalho que vai sim, muito além da música.
Arte
Cada uma das 13 canções foi ilustrada pela artista Paranaense Thaís Sobrinho. Com técnicas de colagem analógica e certos elementos digitais.
Eu queria que a palavra escrita fosse a última a chegar à experiência do ouvinte. Dunas de Algodão é uma viagem de música e imagens. E só depois palavra escrita. Posteriormente optei em produzir um livro – e não um mais um CD. Assim as letras foram inseridas neste produto físico também. Para adquirir sua cópia do livro Dunas de Algodão, por favor, entre em contato através de nossos portais e redes sociais.
“A escolha da Thaís para fazer a arte do Dunas foi muito antes do trabalho realmente começar. Eu conheci o seu trabalho por volta de 2016, gostei, e disse que um dia ela iria fazer a arte do meu disco. E pronto. Dei-lhe total e irrestrita liberdade para criar. E o resultado está lindo. Como eu sempre soube que seria”.
Clipes Animados e Filme
Partindo das ilustrações oficiais de cada canção, a idéia era animar todos esses personagens e criar um clima exclusivo para os clips do Dunas de Algodão.
O documentário musical “Dunas de Algodão: Ser ou não ser, eis a canção” foi dirigido por Leandro Zen e trata do contexto filosófico e espiritual da obra. Nele participam todos os membros da equipe de produção do álbum. Conta com belas cenas da cidade natal do artista.
Ficha Técnica
Dunas de Algodão
Todas composições de Leandro Zen
Produzido por: Nenê Fragata
Ilustrações: Thaís Sobrinho
Foto: Leandro Zen
Gravado entre 2020 e 2022
Músicos participantes:
Leandro Zen: voz, backing vocal e piano
Éric Anderson: baterias
Nenê Fragata: baixos, violões, teclados e arranjos
Juli Santos: guitarras
Luiz Carlos Zeni: metais
Adriano Justen: acordeon
Marcella Santiago: violinos
Raquel Flores: cello
Adriano Trindade: participação especial em “amável mestre”
Agradecimentos
Essa lista bem que poderia citar simplesmente todas pessoas que já passaram pela minha vida musical, ao meu lado no palco, no público, também em minha vida pessoal, dando aquela força. No próprio nome “Dunas de Algodão” estão contidos todos esses momentos e amigos.
















